DITADURA NUNCA MAIS

Por Mateus dos Santos


Ao invés de "comemorações devidas" a ditadura deve falar de suas dívidas com o povo brasileiro.
A lei de anistia foi o instrumento que indicou a necessidade de um ambiente pacífico para que o país rediscutisse seus rumos.
Para compreender os desafios do período democrático, o Brasil encarava a ausência quase que completa de registros que pudessem garantir a Memória de todo o Golpe Civil-Militar.
O período de chumbo é marcado por uma narrativa de respeito às leis e da violência como meio de garantia dos interesses patrióticos. É fundamental, para que se estabeleça a Verdade, que sejam reveladas as reais intenções das mentiras da história oficial.
A atual animosidade dos saudosistas do Regime marcado pelo descumprimento das leis, das omissões de informações públicas e da repressão à liberdade de expressão, reforça o apelo de Justiça no que diz respeito aos muitos episódios omissos para o Estado Brasileiro.
Os direitos de Memória, Justiça e Verdade estão associados ao dever de construirmos uma sociedade capaz de compreender o passado e dar tratamento equitativo aos seus cidadãos.
A nota do Ministério da Defesa do dia 27 e a ordem do Palácio do Planalto de celebrações nos quartéis são parte da incompreensão que a ditadura militar, associada aos EUA, elegeram brasileiros como inimigos sem que fossem. Assim trabalhadoras, trabalhadores, lideranças religiosas, jornalistas, artistas, as universidades, os partidos políticos e tantas outras pessoas, categorias e instituições que são benéficas ao Brasil sofreram violações.
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